a
Links
b
f
>> Spoornet
>> SARA
>> Railway Technology
 
Breves
 
e
c
 
 
d
 
 
 
 

 


Dragagem vai renovar confiança dos utilizadores

 
A dragagem regular do Porto da Beira vai dar maior confiança aos utilizadores do sistema do Corredor da Beira, e não só, muitos dos quais vinham condicionando o uso daquela infra-estrutura à eliminação das dificuldades impostas pela concentração de sedimentos no canal de acesso.

O administrador delegado da Cornelder de Moçambique, Carlos Mesquita, considera, por isso, que a draga Alcântara Santos é um instrumento que além de melhorar o desempenho do Porto da Beira, tem o mérito de tornar actual tudo o que tem a ver com a segurança marítima e de navegação.

Na sua complementaridade com trabalho que tem sido feito com os utilizadores do sistema do Corredor da Beira, a nova draga vai potenciar o esforço de marketing do Porto, capitalizando uma infraestrutura que foi prejudicada pelo fracasso da dragagem de manutenção que assegurava o mínimo de condições de acesso, acabando por determinar a redução dos volumes de comércio devidoà limitação da entrada de navios de grande porte.

“Recentemente visitei clientes nossos no Malawi e a questão da dragagem foi aflorada. Temos um compromisso que é maximizar a utilização do Porto tendo em consideração a importância que tem não só para Moçambique como para os países vizinhos, considerando, por exemplo, que setenta por cento do tráfego deste Porto é de trânsito. Precisamos de saber garantir a eficiência. Por outro lado, temos consciência de que o programa de dragagem não termina com a chegada desta draga porque ainda aí vem a draga oceânica que vai abrir o Porto a outras linhas de navegação com interesse na sua utilização”, explica Carlos Mesquita.

Dragagem do Canal de Acesso
Investimentos melhoram acesso ao Porto da Beira

No quadro do relançamento do Porto da Beira, foram lançados este ano projectos para a dragagem de emergência do canal de acesso ao Porto da Beira e as respectivas bacias de manobras, numa operação orçada em 18 milhões de dólares norte americanos, 6 dos quais suportados pela empresa Portos e Caminhos de ferro de Moçambique (CFM) e os restantes 12 pelo Governo da Holanda.

Paralelamente, o Reino da Dinamarca está a financiar a aquisição de uma draga oceânica com capacidade para remover 2,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos por ano, a qual vai igualmente operar no Porto da Beira. Aliada a esta intervenção, a Dinamarca vai investir, adicionalmente, 36,6 milhões de dólares na recapacitação do Trem Naval do CFM de apoio à navegação ao nível daquele porto. Acresce que, com vista a resolver de forma definitiva o problema do sector de dragagens no país, o Governo decidiu estabelecer o Fundo Nacional de Dragagens (FND), gerido pelo CFM. O FND será alimentado com contribuições das taxas de ajuda à navegação, com participações directas do Orçamento do Estado, proveitos próprios da EMODRAGA e contribuições do CFM.

back
 
Mapa Mapa do Site | Contactos | Documentação
Copyright 2005 - CFM   Concepção & Desenho: SI-CFM